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O Livro de Cesário Verde — Cesário Verde

Eu, que sou feio, sólido, leal,A ti, que és bela, frágil, assustada,Quero estimar-te, sempre, recatadaNuma existência honesta, de cristal. Sentado à mesa dum café devasso,Ao avistar-te, há pouco, fraca e loura,Nesta Babel tão velha e corruptora,Tive tenções de oferecer-te o braço. E, quando socorreste um miserável,Eu, que bebia cálices d’absinto,Mandei ir a… Ler mais »O Livro de Cesário Verde — Cesário Verde